"As conceituações tradicionais de Educação em geral dão maior ênfase à sua dimensão subjetiva, ou seja, aos aspectos de sua prática ligados exclusivamente aos sujeeitos da educação, ao seu aprimoramento individual e ao alcance de certos ideais morais e intelectuais tidos como superiores, independente de tempo e lugar. Conceituações mais recentes, sobretudo a partir de Durkheim, consideram a educação como dependente das condições sociais, que variam segundo o país e a época. Essa nova abordagem tanto pode destacar o papel que a educação exerce para uma suposta harmonia social e um ajustamento funcional ao todo, ou, segundo outras tendência interpretativas, denunciar o sentido de controle social que ela impõe, na medida em que serve ao Poder, inculcaos valores dos grupos dominantes da sociedade e assim colabora para a reprodução e perpetuação da mesma ordem social ao longo das gerações" (DUARTE, Sérgio Guerra. Dicionário brasileiro de educação. Rio de Janeiro: Edições Antares: Nobel, 1986. 175 p.).(Inep). Analisando o aluno
Alfredo Votta
Setembro, 2008
A pesquisa original foi realizada no ano de 1929. No final de 1951, Schrupp e Girede fizeram um outro estudo para verificar se as atitudes dos professores tinham mudado durante esse período. Suas conclusões eram de que os professores estavam se aproximando um pouco mais das opiniões dos psicólogos, mas ainda tendiam a fazer as classificações mais nos moldes de molestações pessoais e não naquilo que representa o melhor. Nem sempre um leigo no assunto classifica o comportamento com o mesmo critério de um profissional. A torcida tende a escolher a melhor jogada e escolher o melhor jogador em campo, na base de uma jogada emocionante, no calor da partida, enquanto um técnico observas os pontos fundamentais., embora menos espetaculares. Uma mãe se impressiona com um corte e tende a atribuir um peso muito grande ao ferido, enquanto que o médico pode fazer pouco caso daquilo, alem de verificar, a limpeza e as devidas precauções contra infecção. Por outro lado o médico pode ficar alarmado a uma irregularidade quase que imperceptível nas batidas cardíacas ou na respiração e a mãe tomar conhecimento disso. Professores nem podem e nem devem se envolver no campo da medicina (psiquiatria) ou psicologia no sentido clínico; mas como educadores, devem desenvolver cada vez mais, um sendo crítico para reconhecer a gravidade de alguns comportamentos que nem sempre prejudica suas aulas, mas que indica problemas sérios de desenvolvimento. Por outro lado deve-se lembrar que certos comportamentos, embora irritantes e perturbadores na sala de aula, não representam desordens emocionais, mas são simplesmente expressões de uma energia em busca de uma expressão significativa e satisfatória.
Analisando o aluno - Professores preocupados?
Alfredo Votta
Setembro, 2008
Um exame minucioso das linhas de comportamento mostradas no artigo anterior, revela uma preocupação por parte dos professores que os INCOMODAM principalmente no trabalho de sala de aula. Nem sempre os professores colocam em primeiro plano o desenvolvimento total do aluno. A gravidade de Um comportamento era medida em termos daquilo que mais prejudicava o trabalho do professor, e não em termos do possível prejuízo do aluno. Por exemplo, os psicólogos classificam timidez como sendo um problema sério, enquanto os professores a consideram de menor gravidade. Para um professor menos consciente da sua tarefa, de ajudar seu aluno no seu desenvolvimento total, o aluno tímido não apresenta problema na sala de aula. Até pode ser uma tranqüilidade para o professor estar satisfeito em dar suas aulas sem a mínima preocupação com a vida emocional dos alunos. O aluno impertinente, contestador e irritado, incomodam o professor e perturba a aula. Os problemas criados em torno são aumentados pelos professores. Estes tendem a atribuir pesos bem acima daquilo que os psicólogos atribuem. Os psicólogos reconhecem que existem problemas na sala de aula, quando o aluno é contestador e impertinente, mas há mais esperança para estes casos do que para outro tipo, em que a pessoa já abandonou a luta e se retirou dentro de si, criando ao seu redor um mundo de fantasias, caracterizadas por um comportamento, na escola, de apatia e devaneio. Embora não aceitando a imoralidade e/ou a desonestidade como sendo comportamentos satisfatórios, o psicólogo não fica preocupado com estes atos quanto o Professor. O aluno tímido até o ponto de não poder estar satisfatoriamente em situações sociais um inseguro que desconfia de todos ao seu redor, ou adolescente tão sensível até perder o controle ou de se ofender quase sem motivo: Estes preocupam os psicólogos.
MONOGRAFIA - Prof. Vagner Silva Maia
OS JOGOS COOPERATIVOS E A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR DO
ENSINO FUNDAMENTAL
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MONOGRAFIA - APRESENTAÇÃO - Profª. Fernanda Cardoso da Costa
A INFLUÊNCIA DO DESENHO INFANTIL NAS ARTES VISUAIS
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MONOGRAFIA - Profª. Fernanda Cardoso da Costa
A INFLUÊNCIA DO DESENHO INFANTIL NAS ARTES VISUAIS
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